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	<title>Quest Solucoes em RH &#187; carreira</title>
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		<title>O que faz você perder tempo no trabalho e como driblar isso</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 12:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[administração do tempo]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra quais são os principais fatores para desperdiçarmos tanto tempo no trabalho; especialista ensina como domar estes vilões na rotina Uma boa parte do expediente já se foi. E, até agora, o quanto do seu planejamento diário já foi riscado da agenda? Se a resposta foi “pouco”, atenção: você pode ter na mesa ao [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3>Pesquisa mostra quais são os principais fatores para desperdiçarmos tanto tempo no trabalho; especialista ensina como domar estes vilões na rotina</h3>
<p>Uma boa parte do expediente já se foi. E, até agora, o quanto do seu planejamento diário já foi riscado da agenda? Se a resposta foi “pouco”, atenção: você pode ter na mesa ao lado, na nova aba que você está ansioso para abrir no navegador ou nas próprias atividades diárias alguns dos principais vilões para a boa <b>administração do tempo </b>do trabalho. Pesquisa feita pelo site Salary.com mostra que quase 70% dos americanos admitem desperdiçar tempo no trabalho. Destes, 11% afirmam que dedicam horas do expediente para assuntos não relacionados com a <b>carreira</b>.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 43% dos profissionais participantes da pesquisa apontaram o ato de papear com colegas como o principal fator para perder tempo no trabalho. Para 28% deles, navegar na internet é o principal vilão da produtividade. E os sites de notícias são os mais visitados durante o expediente. Quando questionados sobre qual o único site mais acessado, Facebook ganhou disparado. Com 19% dos votos, as (intermináveis) reuniões lideram a lista de piores distrações no ambiente de trabalho. O chefe, acredite, também está na lista dos principais vilões da produtividade. Ao todo, 8% dos participantes da pesquisa escolheram os superiores como a principal fonte de distração durante o expediente. Para 13% dos participantes, as elevadas cargas de trabalho são o motivo para perder tempo no trabalho.</p>
<h4>Seja assertivo</h4>
<p>O primeiro passo para parar de desperdiçar tempo no trabalho é aprender a falar não de vez em quando durante o expediente. É o que afirma a professora da FGV Andrea Piscitelli. “Você não vai crescer na carreira agradando todo mundo”, afirma Andrea. “Quem prefere agradar em vez de se posicionar, tende a fazer coisas mais operacionais porque sempre a prioridade de terceiros fica em primeiro plano”.</p>
<h4>Negocie</h4>
<p>Mas isso deve ser feito de uma maneira respeitosa, é claro. E, para que isso aconteça, é essencial que você tenha boas capacidades de negociação e organização. “Você deve ouvir a demanda e se posicionar já agendando um momento para respondê-la. Isso já alivia a outra parte”, afirma a especialista.</p>
<h4>Identifique os gatilhos de sabotagem</h4>
<p>“A tendência do ser humano é prezar pelo prazer e pelo conforto”, diz Andrea. Por isso, quase sempre, todos somos vencidos pela tentação de abrir algum site que não tem nenhuma relação com nosso trabalho. A dica para se livrar deste ciclo? “Identifique o gatilho de auto-sabotagem e tenha maturidade para não ceder ao que não é prioridade para o momento”, diz a especialista.</p>
<h4>Reuniões</h4>
<p>É possível cooperar a produtividade de uma reunião mesmo sem ser o moderador dela. “As empresas têm estimulado as pessoas a serem líderes de si mesmas. Isso implica em assumir este tipo de responsabilidade durante as reuniões”, diz a especialista. Como? Por meio de pequenas intervenções para que o grupo não perca o foco da pauta, uma postura aberta a negociações e, principalmente, uma atitude assertiva.</p>
<h4>Discipline-se</h4>
<p>De acordo com Andrea, “não dá para deixar tudo a mercê da própria vontade”. Por isso, programe, de uma maneira organizada, os momentos que você irá dedicar para leitura de notícias, responder e-mails, entre outras atividades fora das demandas comuns do trabalho. “O mais importante é ter uma metodologia que priorize o que é mais importante”, diz.</p>
<h4> Tenha um método</h4>
<p>Não importa qual ferramenta você irá usar, mas é importante que você tenha uma estratégia clara para organizar seu expediente. Não há problema em combinar diferentes métodos. No entanto, é essencial que essa combinação seja bem elaborada. Do contrário, você pode acabar se perdendo em meio a uma porção de agendas, aplicativos e diferentes estratégias.</p>
<h4><span style="font-size: 1em;">Faça o que você ama</span></h4>
<p>“A produtividade é inversamente proporcional ao nível de energia emocional que você precisa investir. Você gasta mais energia qunado não sente prazer ou se sente robotizado no processo”, diz Andrea. “Quando você gosta do trabalho e dos resultados tende a focar mais no trabalho”.</p>
<h5>Fonte: Exame.com</h5>
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		<title>8 dicas para transformar cartões de visita em networking</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 18:13:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de visita]]></category>
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		<description><![CDATA[Confira o que você deve fazer para tornar seus contatos profissionais mais efetivos para a sua carreira, segundo Caio Arnaes, da Robert Half Manter uma pilha de cartões de visita na sua mesa de trabalho não é sinônimo de networking. Colecionar estes pequenos pedaços de cartolina não vai trazer benefícios para a sua carreira profissional [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><b>Confira o que você deve fazer para tornar seus contatos profissionais mais efetivos para a sua carreira, segundo Caio Arnaes, da Robert Half</b></h4>
<p>Manter uma pilha de cartões de visita na sua mesa de trabalho não é sinônimo de <b>networking</b>. Colecionar estes pequenos pedaços de cartolina não vai trazer benefícios para a sua <b>carreira</b> profissional a menos que você saiba o que fazer com eles.</p>
<p>“Não é só ter cartões de visita, tem que manter os contatos ativos”, diz Caio Arnaes, gerente sênior da Robert Half. Mas, como transformar estes cartões em contatos de carreira mais efetivos? Confira as dicas do especialista:</p>
<h4><b>1</b> Foco e planejamento são essenciais</h4>
<p>A rede de contatos profissionais deve ser criada tendo em vista o seu objetivo profissional. “O primeiro passo é construir o networking em cima do mercado em que você atua ou que deseja atuar”, diz Arnaes.</p>
<p>Deseja subir alguns degraus na sua carreira dentro do mercado em que você já atua? Invista nos contatos dentro deste grupo de atuação. Quer mudar de rumo na vida profissional? Aposte nos relacionamentos com as pessoas que já estão inseridas no mercado que você está de olho.</p>
<p>“Foco resolve muita coisa”, lembra Arnaes. Por isso planeje-se antes de fazer suas conexões para que elas estejam mais alinhadas às suas metas.</p>
<h4><b>2</b> Participe de eventos regularmente</h4>
<p>De que adianta ir a uma reunião, trocar um monte de cartões, enfiá-los no bolso e nunca mais encontrar essas pessoas? “A gente costuma falar que quem não é visto não é lembrado”, diz Arnaes.</p>
<p>O especialista recomenda que os profissionais participem, com certa regularidade, de eventos do mercado em que atuam. “Vá a jantares, reuniões e mantenha contato com essas pessoas”, diz ele.</p>
<h4><b>3</b> Lembrar para ser lembrado: crie vínculos</h4>
<p>Conheceu uma pessoa que você considera um contato importante pra sua carreira? Tente criar um vínculo com ela. “Encaminhe uma notícia sobre o setor em que ela atua, diga que ao ler lembrou-se dela e pergunte o que ela acha da reportagem”, sugere Arnaes.</p>
<p>Essa pessoa vai se sentir lembrada por você e, de acordo como especialista, as chances de ela se lembrar de você &#8211; quando surgir alguma oportunidade ou algo relevante para a sua atividade profissional &#8211; aumentam.</p>
<p>Mas, cuidado! Envie mensagens personalizadas, evite mandar um e-mail para dezenas de destinatários, porque isso não vai causar uma boa impressão. “Há pessoas que exageram, mandam a mesma mensagem para uma lista de 70 e-mails e isso não é bem visto e causa uma imagem negativa”, diz.</p>
<p>Nestes moldes, a possibilidade desse e-mail nem ser lido e acabar na pasta de lixo eletrônico é enorme, pense nisso, antes de clicar no botão enviar.</p>
<h4><b>4</b>  Não aposte na sua rede apenas quando precisar dela</h4>
<p>Movimentação de mercado baseada em networking é algo que acontece muito, diz Arnaes. “Conheço vários profissionais que mudaram de posição a partir da rede de contatos”, diz ele.</p>
<p>Mas, a regra de ouro para fazer networking do jeito certo &#8211; e assim ter uma rede capaz de ajudá-lo a atingir seus objetivos &#8211; é mantê-la ativa mesmo quando não precisa dela. Do contrário, você pode ficar com fama de interesseiro. “Não pode deixar para fazer networking apenas quando você está de olho em novas <b>oportunidades profissionais</b> do mercado”, explica Arnaes.</p>
<p>A sua agenda de telefones deve ser construída pouco a pouco, ao longo de toda a sua vida profissional. Não perca contato com ex-chefes e colegas de trabalho, procure colegas de faculdade e de pós-graduação, mande mensagens, use as <b>redes sociais</b> para encontrar essas pessoas.</p>
<h4><b>5</b> Saia do mundo virtual</h4>
<p>“Se formos montar uma escala, o melhor é encontrar pessoalmente, em segundo lugar vêm o contato telefônico e, por fim, mensagens eletrônicas”, destaca Arnaes.</p>
<p>Redes sociais são ótimas ferramentas para encontrar as pessoas, no entanto, levar estes contatos do ambiente virtual para o real é importante. Um bate papo em um café é bem mais proveitoso do que uma simples mensagem via <b>LinkedIn</b>.</p>
<h4><b>6</b> Qualidade vale mais do que quantidade</h4>
<p>Mil conexões no LinkedIn impressionam quem visitar o seu perfil. Mas, não significam muita coisa se não passarem de conexões virtuais. É certo também que gerenciar mil contatos não é tarefa das mais simples. “Você não vai conseguir nem trabalhar”, diz Arnaes.</p>
<p>Uma rede mais enxuta pode ser muito mais efetiva do que mil conexões inativas no seu perfil. É claro que ninguém está dizendo para você não aceitar pedidos de conexão, mas não descuide dos contatos que fazem mais sentido para o seu atual momento profissional.</p>
<p>“Dentro deste grupo de mil conexões, você deve pensar com quais pessoas você deve manter um relacionamento mais próximo”, aconselha Arnaes.</p>
<h4><b>7</b> Organize seus contatos</h4>
<p>Encontrar um relatório no meio da bagunça de uma mesa de trabalho pode ser uma tarefa hercúlea. Achar um contato importante no meio de milhares de emails na sua caixa de entrada, dezenas de cartões de visita empilhados ou em meio a milhares de conexões no LinkedIn também.</p>
<p>Por isso, priorize e organize seus contatos. Crie subgrupos no LinkedIn para aqueles com os quais deseja manter um contato mais próximo. Arrume os cartões de visita de modo que aqueles que considera mais importantes fiquem mais visíveis. Crie subpastas no software de gerenciamento de emails que você utiliza.</p>
<h4><b>8</b> Crie uma rotina</h4>
<p>Separar um determinado período de tempo para visitar a sua rede de contatos é uma boa estratégia. “As pessoas têm a tendência de procrastinar, estabelecer uma rotina evita isso”, diz Arnaes.</p>
<p>A frequência com que você deve parar para checar como anda a sua rede de contatos é você quem vai estabelecer. “Vai depender da intensidade e da quantidade de contatos”, lembra Arnaes.</p>
<p>Ao investir um tempo para esta atividade, você pode perceber que está há mais seis meses sem conversar com um ex-colega e descobrir que hoje ele está trabalhando na empresa dos seus sonhos. Que tal ligar para ele e marcar um café?</p>
<h5>Fonte: Exame.com.br</h5>
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		<title>5 coisas para fazer por sua carreira antes que o ano acabe</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2012 18:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[fim de ano]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas listam quais as ações essenciais para fazer nesta reta final do ano pela sua carreira E, finalmente, novembro chegou ao fim. Daqui até a contagem regressiva para a meia noite do dia 31 de dezembro, aposte, vai ser um pulo. Mas o espaço diminuto de tempo não pode ser justificativa para deixar as resoluções [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3>Especialistas listam quais as ações essenciais para fazer nesta reta final do ano pela sua carreira</h3>
<p>E, finalmente, novembro chegou ao fim. Daqui até a contagem regressiva para a meia noite do dia 31 de dezembro, aposte, vai ser um pulo. Mas o espaço diminuto de tempo não pode ser justificativa para deixar as resoluções de <strong>carreira </strong>pra depois (do ano novo, do carnaval, do próximo ano novo).</p>
<p> “Não é preciso esperar o ano que vem. O novo pode acontecer na hora que você definir”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Confira quais são as atividades indispensáveis para fazer antes que o ano dê sua badalada final:</p>
<h4><strong>1</strong> Tome as rédeas do tempo</h4>
<p>“Quando o tempo é curto, é preciso focar nos urgentes”, afirma Meiry. Por isso, <strong>administração do tempo</strong> deve ser palavra de ordem neste período. Dica de ouro nesta contagem regressiva para o fim do ano: liste quais são as atividades prioritárias e corra atrás delas.</p>
<h4><strong>2</strong> Dê um gás</h4>
<p>Passadas as festas de fim de ano, começa a maratona das avaliações de desempenho para muitas empresas. Por isso, a dica é focar ao máximo nos resultados neste período, de acordo com Renan De Marchi Sinachi, da Leme Consultoria. “As pessoas têm memória curta. Esta é a hora de caprichar na execução do seu trabalho”, afirma. </p>
<h4><strong>3</strong> Converse com seu chefe</h4>
<p>Aproveite este período também para conversar com seu chefe sobre os planos da empresa para o próximo ano – e, como consequência, para a sua carreira. </p>
<h4><strong>4</strong> Questione-se </h4>
<p>Coloque sua atuação em 2012 na berlinda. O primeiro passo para isso, segundo Mariella Gallo, é mapear quais os projetos você esteve envolvido, quais resultados você entregou, quais competências adquiriu e em que pontos ainda precisa melhorar. Com base nisso, “o profissional pode investigar qual o tipo de habilidade será exigida dele no próximo ano”, afirma a especialista. </p>
<h4><strong>5</strong> Fique um passo à frente no seu plano de desenvolvimento</h4>
<p>Para além da lista de desejos que teima em rodear nossa cabeça nesta época do ano, elabore um plano de ação para o desenvolvimento da sua carreira e procure estar um passo a frente das demandas.</p>
<p>“As pessoas fazem muita coisa para responder às demandas e nunca antecipam as tendências”, afirma Sinachi. “A escolha é sua: você pode se posicionar junto à manada ou atuar no desvio padrão”.</p>
<p>Em outros termos: seja proativo na hora de planejar sua carreira para 2013. Não foque apenas naquilo que a empresa precisa, mas, principalmente, nos objetivos que você quer para a sua vida profissional. “É essencial programar a nossa vida pensando no curto, médio e longo prazo”, diz Meiry.</p>
<p>Mas, na mesma medida, segundo o especialista da Leme Consultoria, é essencial ter planos do tamanho do seu bolso – ou do tamanho que ele pode chegar. Por isso, fazer um planejamento financeiro para 2013 também deve estar nas prioridades da sua carreira nestes últimos suspiros de 2012. </p>
<h5>Fonte: Exame.com</h5>
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		<title>O que avaliar ao aceitar emprego em outra cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 14:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[redacao]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[disponibilidade para mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[pré-requisito]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Renata Avediani A disponibilidade para mudar de cidade está virando pré-requisito em empresas. Veja o que pesar se receber um convite Ser nômade virou competência. Muitas companhias têm projetos de expansão em mercados menos explorados fora das regiões Sul e Sudeste e estão procurando profissionais para ocupar postos nesses lugares. A prioridade é para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h5>Por Renata Avediani</h5>
<h4>A disponibilidade para mudar de cidade está virando pré-requisito em empresas. Veja o que pesar se receber um convite</h4>
<p>Ser nômade virou competência. Muitas companhias têm projetos de expansão em mercados menos explorados fora das regiões Sul e Sudeste e estão procurando profissionais para ocupar postos nesses lugares. A prioridade é para pessoas que aceitam mudar numa boa. Isso cria uma questão de <strong>carreira</strong>: vale a pena ser um profissional mochileiro? Talvez sim.</p>
<p>As empresas não estão apenas atrás de um pioneiro que leve o conhecimento da organização a lugares distantes. Muitas vezes, por trás do convite de transferência está uma intenção de desenvolver o profissional. Uma análise da Hewitt, consultoria de recursos humanos, com 107 empresas da América Latina mostra que 79% delas consideram a disponibilidade para mudar de cidade um fator importante para o desenvolvimento de líderes. “Por causa dos custos, hoje as movimentações são mais criteriosas do que no passado e as empresas escolhem as pessoas nas quais querem realmente investir”, diz Thais Blanco, consultora sênior da Hewitt.</p>
<h4><strong>Experiência Acelerada</strong></h4>
<p>Na Pepsico, múlti de alimentos e bebidas, é comum a movimentação de profissionais tanto entre regiões brasileiras quanto para as 200 subsidiárias no exterior. A mobilidade faz parte do programa de desenvolvimento de carreira da companhia, já que aprimora competências como relacionamento interpessoal, atuação em diferentes mercados, conhecimento sistêmico do negócio e respeito à diversidade.</p>
<p>“Com a transferência, que dura em média três anos, aceleramos o amadurecimento do profissional e, dependendo do desempenho, automaticamente oferecemos responsabilidades maiores”, diz Simone Karpinskas, gerente de desenvolvimento organizacional e educação corporativa da Pepsico. O engenheiro Luis Bettanin, de 43 anos, gerente de manufatura para a divisão de salgadinhos da Pepsico, é um desses casos.</p>
<p>Em 2005, quando era gerente de produção da fábrica de Itu, em São Paulo, Luis foi escalado para montar a primeira planta da companhia no Nordeste. “Apesar da insegurança natural, nem pensei em recusar, porque entendi que a empresa estava apostando em mim”, diz. Depois de negociar a mudança em casa, Luis foi com a esposa e o filho, de 1 ano, para Recife, em Pernambuco. No começo, estranhou a cultura.</p>
<p>“Cometi alguns erros até aprender que havia diferenças, como o melhor modelo de contratação e a forma mais eficiente de motivar as pessoas”, diz. Dois anos depois, Luis voltou para Itu com uma promoção. Hoje, vive na estrada para gerenciar as três fábricas pelas quais é responsável, fora as visitas periódicas à sede em São Paulo. “A experiência me ensinou a observar as motivações de cada um e hoje isso me ajuda a gerenciar as minhas diversas equipes”, diz.</p>
<h4><strong>Dá para recusar?</strong></h4>
<p>No mercado, nem sempre a vontade do funcionário prevalece nessa hora. Muitas vezes, o convite não é realmente opcional, e recusar pode fazer mal para a carreira. Mais do que soar como falta de comprometimento e restringir o aprendizado, a recusa pode limitar o crescimento na companhia e, em último caso, chegar até a demissão, já que o que está sendo dito nas entrelinhas é que a empresa confia no seu trabalho e conta com você.</p>
<p>“Negociar benefícios com a mudança faz parte, mas as empresas estão bem menos tolerantes com as recusas, especialmente quando a mudança é no próprio país”, afirma Thais, da Hewitt. Antes de dar a resposta final, portanto, é preciso avaliar o momento de vida atual. Pergunte-se: “Hoje, minha prioridade é me desenvolver, ganhar dinheiro, crescer na empresa, ou dedicar mais tempo à vida pessoal?”. A resposta é que deve nortear a sua decisão. Um profissional solteiro pode ter aspirações diferentes de outro que acabou de se tornar pai. A partir daí, faça suas escolhas e boa viagem.</p>
<h5>Fonte: Você S/A</h5>
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