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	<title>Quest Solucoes em RH &#187; competência</title>
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		<title>Os caminhos que levam o profissional a realizar a autoavaliação</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 18:48:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Já se tornou uma rotina para as empresas a realização do processo de avaliação de desempenho. Afinal, através desse recurso é possível identificar se o colaborador está ou não atendendo às expectativas do negócio e, dessa forma, encontrar formas para preencher os gaps necessários ao desenvolvimento dos talentos. Contudo, diante de tanta competitividade não se concebe mais a ideia de que um talento aguarde de &#8220;braços cruzados&#8221; que a empresa faça uma análise da sua performance. O próprio funcionário pode realizar sua autoavaliação, a fim de identificar seus pontos fortes e aqueles que precisam ser aprimorados. Confira abaixo algumas dicas para realizar a sua autoavaliação!<b></b></p>
<p><strong>1 &#8211; Tenho foco? &#8211; </strong>Ter foco e saber aonde se pretende chegar tornaram-se indispensáveis para alcançar objetivos e superar obstáculos. No campo profissional, a pessoa precisa traçar o caminho que deseja percorrer ou correrá o risco de ficar andando em círculos.</p>
<p><strong>2 &#8211; O que faço do meu tempo? &#8211;</strong> Gestão eficaz do tempo, destinado ao aprendizado, confere ao indivíduo uma melhor administração dos seus recursos com vistas ao aprimoramento profissional. Uma vez que a pessoa consegue gerir bem as horas que possui, terá uma melhor performance já que várias atividades acontecem no decorrer do dia.<b></b></p>
<p><strong>3 &#8211; Como sou percebido no trabalho? &#8211;</strong> Logicamente que não podemos viver apenas em função da opinião alheia, mas é salutar que tenhamos uma ideia de como as pessoas que convivem conosco, inclusive no trabalho, nos percebem enquanto colegas e profissionais. Por que isso é relevante? Simples: precisamos trabalhar em equipe e isso exige que saibamos nos relacionar na sociedade.<b></b></p>
<p><b><strong>4 &#8211; E as competências? &#8211;</strong></b> Quais as competências que preciso desenvolver para atingir meus objetivos profissionais? Faça uma análise das principais competências sejam essas técnicas ou comportamentais que se tornaram relevantes para sua ascensão profissional. Invista naquelas que você se considera mais frágil.</p>
<p><b><strong>5 &#8211; Onde buscar o aprendizado?</strong></b> &#8211; Realize uma pesquisa sobre os recursos que estão ao seu alcance. Será que empresa em que você atua está oferecendo algum curso, mas você não mostra interesse em participar dessa oportunidade que lhe foi oferecida? Ou então, você tem utilizado a internet apenas para passar o tempo? Se isso estiver ocorrendo, passe a usá-la como uma rica fonte de aprendizado e visite sites da sua área ou outros que agreguem valor à sua vida.</p>
<p><b><strong>6 &#8211; Sou um bom comunicador? &#8211;</strong></b> Você está fazendo-se entender corretamente e da forma como pensa? Ou os equívocos podem estar atropelando o seu caminho? Algumas vezes, as pessoas imaginam que por recorrem a verbos &#8220;bonitos&#8221; e poucos usuais estão destacando-se como boas comunicadoras, mas deixam o outro lado que recebe a mensagem, com várias interrogações. Lembre-se, ainda, que a comunicação não é acontece apenas através das palavras, todo o contexto, inclusive os gestos, acompanha &#8220;o pacote&#8221; de quem transmite a mensagem.</p>
<p><strong>7 &#8211; Troco experiências? &#8211;</strong> Tenho sido aberto para trocar de experiências com meus colegas de trabalho e outros profissionais ou apenas tento guardar todo o conhecimento para mim? Caso você se enquadre ao segundo caso, é melhor rever seus conceitos, pois o dia a dia corporativo exige que as pessoas tenho flexibilidade e saibam compartilhar ideias, experiências que agreguem valor.</p>
<p><strong>8 &#8211; Aceito feedback? &#8211;</strong> Geralmente, as pessoas criam uma barreira quando são avaliadas formalmente ou não. O processo de feedback é valioso não somente para as organizações, mas também para qualquer talento. Incluam-se aqui profissionais de todos os níveis hierárquicos, pois é através do feedback que recebemos que nos tornamos conscientes de como realmente estamos atuando, ou seja, temos a oportunidade de saber onde somos bons e quais as competências que nos faltam para atingirmos nossos objetivos.</p>
<p><strong>9 &#8211; E minhas emoções? &#8211; </strong>Se antes se aplicava o conceito de que ao entrar na empresa as pessoas tinham que deixar seus problemas do lado de fora dos portões, hoje as organizações têm consciência de que o indivíduo não possui um &#8220;botão automático&#8221; para acionar suas emoções. Logicamente que o profissional precisa, no mínimo, estabelecer um ponto de equilíbrio e se lembrar de que não pode descarregar seus problemas pessoais nos colegas de trabalho. Por isso, é válido ponderar como estamos lidando com nossas emoções no ambiente de trabalho. Afinal, sempre estaremos diante de situações inusitadas e de momentos de pressão que podem servir de estopim para nos colocar em &#8220;curto&#8221;.</p>
<p><strong>10 &#8211; Cuido da saúde? &#8211;</strong> A preocupação com a saúde não é uma questão de modismo, muito pelo contrário. Vivemos em um mundo que exige que o ser humano dê o máximo de si tanto na esfera profissional quanto pessoal. E isso reflete diretamente no nosso organismo que, muitas vezes, apresenta sinais de &#8220;socorro&#8221; e fazemos &#8220;de conta&#8221; que não entendemos. Você pode ser um talento excepcional, ter os sonhos mais excepcionais para sua trajetória profissional, mas sem saúde seu percurso não será muito longe. Repense em como você cuida de si!</p>
<h5><strong> FONTE: RH.COM.BR</strong></h5>
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		<title>O valor da terceira idade para a empresa</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 20:33:57 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[competência]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Patrícia Bispo Ao contrário do que muitos podem imaginar, quando a aposentadoria chega nem todos os profissionais estão dispostos a &#8220;pendurar as chuteiras&#8221; e trocar suas atividades por um par de confortáveis chinelos e tampouco passarem horas sentados em cadeiras de balanço. Muitos querem dedicar a nova fase de suas vidas a novas atividades, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h5><strong>Por Patrícia Bispo</strong></h5>
<p>Ao contrário do que muitos podem imaginar, quando a aposentadoria chega nem todos os profissionais estão dispostos a &#8220;pendurar as chuteiras&#8221; e trocar suas atividades por um par de confortáveis chinelos e tampouco passarem horas sentados em cadeiras de balanço. Muitos querem dedicar a nova fase de suas vidas a novas atividades, viagens ou simplesmente aproveitar cada momento de maneira intensa e única. Outros preferem continuar com a carreira, uma vez que possuem disposição e têm muito potencial para agregar valor às empresas.</p>
<p> <br />
Vale lembrar que muitos talentos que chegam à terceira idade, optam por permanecer no mercado de trabalho e isso também é reflexo da longevidade das pessoas. Para se ter uma ideia, de acordo com os últimos dados divulgados pelo IBGE, expectativa de vida do brasileiro nascido em 2010 alcançou 73,4 anos. Se compararmos com os dados de 1960, quando a perspectiva de vida do cidadão era de 48 anos, a esperança de viver do brasileiro teve um aumento de 25,4 anos. Um crescimento bem significativo. Confira abaixo alguns dos valores que a &#8220;turma da boa idade&#8221; pode trazer às organizações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 &#8211; Vivência única &#8211;</strong> Sem menosprezar o valor da vivência de quem está ingressando no mercado de trabalho, as pessoas que chegam à terceira idade já foram expectadores e atores de muitas situações que marcaram a realidade da Era da Globalização. Muitos entendem melhor como todo o processo de evolução ocorreu, porque não leram apenas nos livros, mas ajudaram a escrever a história.</p>
<p><strong>2 &#8211; Conhecimento e sentimentos &#8211;</strong> Hoje, há várias fontes para se buscar o conhecimento que se propaga numa velocidade que assusta e encanta, ao mesmo tempo. Mas, devemos nos lembrar de que fontes de pesquisas passam informações e as pessoas passam informações e sentimentos. Apenas para dar um exemplo simples, imaginemos um profissional que ingressa numa grande organização que fez história no mercado nacional. Esse novo talento lê, pesquisa e se atualiza com todas as informações disponibilizadas na intranet e na internet. Mas, se ele escuta um profissional que esteve presente às principais fases da companhia, captará o sentimento que os profissionais externaram naquela época e poderá entender melhor o comportamento que hoje se reflete no clima organizacional.</p>
<p><strong>3 &#8211; Sintonia entre gerações &#8211;</strong> Fala-se muito em conflitos entre gerações, pois hoje encontramos profissionais de várias faixas etárias convivendo no mesmo ambiente de trabalho. Quando a diversidade se faz presente entre as equipes, através da presença de pessoas de idades diferenciadas, o time tem uma chance real de abrir espaço para a criatividade, uma vez que cada membro agregará valor diferenciado ao resultado final do trabalho.</p>
<p><strong>4 &#8211; Respeito &#8211;</strong> Quando se dá oportunidade para que pessoas da terceira idade continuem a demonstrar seus valores como profissionais, a empresa conquista respeito junto aos demais colaboradores e à sociedade. Não se considere aqui um trabalho de assistencialismo, mas de demonstração de crença à capacidade humana de ser produtiva e útil em qualquer tempo.</p>
<p><strong>5 &#8211; Estimulo aos profissionais &#8211; </strong>Quando um talento observa na prática, futuramente, ele terá chances de continuar produtivo mesmo que a aposentadoria chegue, esse profissional se sentirá motivado a dar uma entrega maior e se comprometer ainda mais com o negócio. O funcionário entenderá que parte de sua vida, dedicada à empresa, não significou apenas uma passagem temporária e sem importância. Mas, ele será visto como alguém de valor, não importa a idade cronológica que tenha.</p>
<p><strong>6 &#8211; Prata da Casa &#8211;</strong> Muitas vezes, as organizações gastam tempo e dinheiro porque acreditam que com o aumento da idade o profissional se tornará improdutivo. Contudo, não chegam para conversar e perguntar se o &#8220;Prata da Casa&#8221; teria ou não interesse em continuar atuando na empresa e que tipo de apoia seria necessário, para que ele continuasse com seu desempenho satisfatório. Acreditar nos talentos internos pode ser um grande investimento para a companhia.</p>
<p><strong>7 &#8211; Dedicação &#8211;</strong> Muitas empresas que acreditam na terceira idade e criam programas específicos para contratar esses profissionais se surpreendem. Relatos de profissionais de Recursos Humanos e de gestores de pessoas constatam que a dedicação desses funcionários não deixa a desejar e, em determinados casos, superam as expectativas. A justificativa por estar na oportunidade e na confiança que foi dada a essas pessoas, em demonstrarem que também possuem valor para a sociedade.</p>
<p><strong>8 &#8211; Disseminadores de conhecimento &#8211; </strong>Outro diferencial que os profissionais da terceira idade podem agregar às organizações é a disseminação do conhecimento adquirido ao longo do tempo. Inclusive, há empresas que acertadamente trabalha esses profissionais para serem mentores e até mesmo agentes disseminadores de competências técnicas e comportamentais mais importantes para o êxito do negócio.</p>
<p><strong>9 &#8211; Confiança &#8211;</strong> Quando um profissional ingressa numa organização é normal que surjam dúvidas sobre as atividades que ele exercerá. Não são raros os casos em que esses jovens talentos procuram o respaldo de quem está na empresa por mais tempo. Dois fatores podem influenciar positivamente essa iniciativa de quem está apenas começando: a confiança que o funcionário experiente repassa aos colegas que dão os primeiros passos na carreira e a própria bagagem de conhecimento que foi adquirida ao longo do tempo. Pessoalmente, tive o privilégio de conhecer um caso desses, mesmo sem ser dá área. Em um laboratório de análises clínicas de uma grande capital brasileira, havia um analista que era respeitado por todos os colegas. O Zé Tales, com uma personalidade forte e sempre de bom humor, era uma espécie de paizão não apenas para os colegas da sua geração, mas para muitos que chegaram depois e tiveram o privilégio de serem treinados por ele. Em momentos de crise, profissional e pessoal, muitos recorriam a ele. Até hoje, após sua partida, Zé Tales continua vivo na história desse laboratório.</p>
<p><strong>10 &#8211; Quebra de paradigmas &#8211; </strong>Quando se resolve investir em talentos diferenciados, seja qual forem os critérios adotados, a organização sempre dará um passo á frente e evoluirá em seus processos de gestão. Acreditar que o potencial humano não se limita à idade, por exemplo, pode ser o início de uma quebra de paradigmas e até mesmo de preconceitos.</p>
<h5><strong>Fonte: RH.com.br</strong></h5>
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