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	<title>Quest Solucoes em RH &#187; feedback</title>
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		<title>10 razões relevantes para dar feedback</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 15:24:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<h5>Por Patrícia Bispo</h5>
<p>Uma forte característica da personalidade humana é a pré-disposição de proferir opinião sobre seus pares. Contudo, nem sempre quem o faz possui o feeling e o preparo necessário para realizar tal ação, uma vez que quando ditas as palavras são captadas e codificadas de forma &#8220;única&#8221; por quem as recebe. A questão torna-se mais difícil ainda porque a maioria das pessoas está disposta apenas a falar e não a escutar a outra parte, ou seja, forma-se uma falsa comunicação que talvez envolva dois ou mais indivíduos. No campo organizacional, exige uma ferramenta imprescindível à saúde das empresas: o feedback &#8211; processo que permite aos profissionais conhecerem o que a organização espera deles, através de um diálogo objetivo e construtivo, geralmente ocorrido entre líder e liderado. Uma observação: <em>feedback </em>não deve ser confundido, em hipótese alguma, com &#8220;puxão de orelhas&#8221; e tampouco com retaliações. Confira abaixo 10 razões relevantes para dar e <em>feedback</em>!</p>
<p><strong>1 &#8211;</strong> Quem recebe <em>feedback</em> do gestor, tem a oportunidade de saber se está atendendo às expectativas do gestor, dos colegas de trabalho e, consequentemente, da empresa. Não são raros os casos em que a pessoa acredita que tudo transcorre perfeitamente, mas a realidade nem sempre corresponde à sua autoavaliação.</p>
<p><strong>2 &#8211;</strong> Possibilidade de identificar os pontos fortes e os que precisam ser trabalhados. Ao participar do <em>feedback</em>, o colaborador vai escutar de outro profissional quais as competências em que ele mais se destaca e as que necessitam receber mais atenção, serem desenvolvidas. Isso poderá, inclusive, despertar no próprio funcionário interesses por assuntos que ele considerava irrelevantes para sua carreira.</p>
<p><strong>3 &#8211;</strong> Uma vez que toma ciência dos pontos que necessitam de uma atenção especial, o talento consegue a chance de trabalhar os <em>gaps</em> que o impedem de ter uma ascensão profissional mais rápida.</p>
<p><strong>4 &#8211; </strong>O <em>feedback</em> quando bem aplicado serve de fator motivacional para quem o recebe, uma vez que o profissional é estimulado a superar novos desafios que o farão ter uma melhor performance no dia a dia de trabalho. Muitos talentos deixam as organizações porque se sentem ameaçados pela zona de conforto e preferem ir ao encontro de outro de oportunidades que os levem ao desenvolvimento.</p>
<p><strong>5 &#8211;</strong> Como todo profissional que queira galgar novos horizontes, para o talento o <em>feedback </em>é pode ser considerado uma chance única de desenvolvimento, de aprendizagem. Ou seja, é o momento de investir nas competências que, naquele momento, são falhas para ele.</p>
<p><strong>6 &#8211;</strong> Para receber <em>feedback</em>, é indispensável ser um bom ouvinte. E quando se aprende a ouvir, desenvolve-se uma das competências comportamentais mais valorizadas pelo mercado. Isso porque, muitas pessoas só estão dispostas a acreditar que suas opiniões são as mais coerentes e que os demais devem seguir o que elas dizem. Falar é sem dúvida alguma muito mais fácil do que ouvir.</p>
<p><strong>7 &#8211;</strong> Uma vez que a pessoa torna-se bom ouvinte, ela dá o primeiro passo para aprimorar a comunicação interpessoal junto aos seus pares. O <em>feedback</em> não fica restrito apenas ao desenvolvimento de uma determinada competência, mas sim de muitas que para serem trabalhadas necessitam da &#8220;sensibilidade&#8221; de quem participa desse processo.</p>
<p><strong>8 &#8211;</strong> O <em>feedback</em> oportuniza o amadurecimento do profissional. Hoje, torna-se inconcebível a possibilidade de uma empresa investir em um talento que não esteja aberto às mudanças, e o <em>feedback</em> também dá essa abertura ao funcionário: sair da zona de conforto, não se contaminar pela mesmice que a rotina pode proporcionar.</p>
<p><strong>9 &#8211; </strong>Quem está disposto a sair da zona de conforto, ao receber o <em>feedback</em>, dá a si a oportunidade que quebrar paradigmas. Vamos tomar como exemplo, um funcionário que durante muito tempo exerceu as mesmas atividades. Diante de um momento de inovação, a empresa adotou processos que ele não se adaptou como deveria, já que insiste em realizar seu trabalho &#8220;à moda antiga&#8221;. Ao receber o <em>feedback</em> do seu gestor, esse colaborador pode rever conceitos e se dispor a adotar as novidades que chegaram ao seu dia a dia. Provavelmente, depois de um tempo seu desempenho poderá surpreender não apenas ao líder, mas também a ele próprio.</p>
<p><strong>10 &#8211;</strong> Geralmente, quem aplica o <em>feedback</em> é o gestor. Isso faz com que o processo seja uma via de mão dupla, pois ao mesmo tempo em que oportuniza o desenvolvimento do liderado, permite que o líder também se exercite seu papel de &#8220;condutor&#8221; junto aos membros da equipe. O líder que adota o <em>feedback</em> em sua gestão consegue, ainda, estabelecer um bom canal de relacionamento com os liderados.</p>
<h5>Fonte: Portal RH</h5>
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