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	<title>Quest Solucoes em RH &#187; home Office</title>
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		<title>Os quatro tipos de profissional que não podem trabalhar em casa</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 18:53:59 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Indisciplinados e workaholics são exemplos de pessoas que podem se dar mal ao adotar o sistema de trabalho em casa, dizem especialistas Para quem se adapta, o teletrabalho parece ser o melhor dos mundos na carreira. Flexibilidade de horário, redução de custos para as empresas e incremento da produtividade dos funcionários são os principais benefícios [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3>Indisciplinados e workaholics são exemplos de pessoas que podem se dar mal ao adotar o sistema de trabalho em casa, dizem especialistas</h3>
<p>Para quem se adapta, o teletrabalho parece ser o melhor dos mundos na carreira. Flexibilidade de horário, redução de custos para as empresas e incremento da produtividade dos funcionários são os principais benefícios apontados por quem adota o home office.</p>
<p>Mas, de acordo com Adriana Vianna, gerente da área de vendas e marketing da Hays, deixar de colocar os pés na empresa pode não funcionar para todo mundo. “Para alguns perfis não dá certo”, diz.</p>
<p>Alvaro Mello, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt), concorda. “Não é fácil, é uma mudança de paradigma muito grande e muitas vezes as pessoas acabam achando que estar com um laptop em casa resolve tudo”, diz Mello.</p>
<p>Por isso, avaliar os funcionários antes de colocá-los em um projeto de home office é essencial para as empresas. “Geralmente, as empresas começam com grupos pequenos de funcionários antes de expandir projeto”, diz.</p>
<p>Confira que tipos de profissionais podem se dar mal com o home office:</p>
<p><strong>Muito jovens ou recém-contratados</strong><br />
Quem ainda não tem muita experiência no mercado de trabalho não deveria já começar trabalhando nesse sistema, segundo Adriana. “Os mais jovens ainda têm que aprender a trabalhar, saber como funciona a estrutura corporativa”, diz ela.</p>
<p>De acordo com ela, um desafio para os mais jovens é alçar voos sem o suporte de um gestor. “Por isso, acho que os profissionais mais sêniores se dão melhor com o home office”, diz. Respeitar horários e criar uma rotina de trabalho &#8211; mesmo estando em casa &#8211; exige maturidade, na opinião dela.</p>
<p>Contratar um profissional e imediatamente já colocá-lo em home office, também não é aconselhável, na opinião de Mello. “Os colegas ainda não o conhecem e nem ele conhece as pessoas da empresa. Assim, ninguém vai saber quem é ele”, diz. Para Mello, o ideal é que as empresas optem preferencialmente por funcionários que já tem tempo de casa na hora de começar um projeto de home office.</p>
<p><strong>Workaholics</strong><br />
O tal horário flexível pode ser uma armadilha para os viciados em trabalho, alerta Adriana Vianna. “Workaholics tendem a ficar o dia inteiro trabalhando quando adotam o home office”, diz ela. “Muitas vezes, ele acaba trabalhando aos finais de semana também”, diz Mello.</p>
<p>Isso acontece porque na empresa, quando todos vão embora e só sobra você e seu computador ligado, a sensação de desconforto é, sem dúvida, muito maior do que uma jornada estendida no escritório de casa. “Muita gente já trabalha o dia inteiro na empresa, chega em casa, convive muito pouco com a família, e continua trabalhando até de madrugada pelo sistema home office”, lembra Mello.<br />
“Com o home office tem que saber gerenciar o tempo de trabalho, do contrário ao invés de trabalhar 8 horas, ele vai passar ter um expediente 12, 14 horas”, diz Adriana.</p>
<p><strong>Acomodados ou indisciplinados</strong><br />
Quando se fala em home office, muita gente já pensa na delícia que é poder trabalhar de pijama – embora não seja recomendável, na opinião de Adriana &#8211; e sem chefe controlando a dinâmica de trabalho.</p>
<p>Mas, mesmo no conforto de casa, metas e resultados continuam a ser cobrados pelas empresas, lembra Mello. “É preciso avaliar se a pessoa tem disciplina, como ela vai administrar o tempo quando está independente”, diz o especialista.</p>
<p>“Se a pessoa é do tipo que precisa ser cobrada para entregar resultados, não vai funcionar”, diz Adriana. Sem o chefe vigiando, o risco é perder o foco. “Uma pessoa que já tem vícios na empresa vai continuar apresentando os mesmos problemas trabalhando em casa”, diz Mello.</p>
<p><strong>Aqueles para quem a interação com colegas de trabalho é essencial</strong><br />
A falta de interação é um desafio para quem adota o teletrabalho. “Aqueles profissionais adeptos do “team work” podem ter dificuldades para se adaptar”, diz Adriana.</p>
<p>Por isso, lembra Mello, não perder a comunicação e estabelecer alguns dias para estar presente na empresa é fundamental. “O profissional não pode se isolar”, diz.</p>
<h5>Fonte: Você S/A</h5>
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		<title>4 perfis de profissionais que não combinam com home Office</title>
		<link>https://questsolucoes.com.br/4-perfis-de-profissionais-que-nao-combinam-com-home-office/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 19:17:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[home Office]]></category>

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		<description><![CDATA[Indisciplinados e workaholics são exemplos de pessoas que podem se dar mal ao adotar o sistema de trabalho em casa, dizem especialistas Para quem se adapta, o teletrabalho parece ser o melhor dos mundos na carreira. Flexibilidade de horário, redução de custos para as empresas e incremento da produtividade dos funcionários são os principais benefícios [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><a href="http://questsolucoes.com.br/?attachment_id=294" rel="attachment wp-att-294"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="size_590_mulher-computador" src="http://questsolucoes.com.br/wp-content/uploads/2012/09/size_590_mulher-computador.jpg" alt="" width="590" height="443" /></a>Indisciplinados e workaholics são exemplos de pessoas que podem se dar mal ao adotar o sistema de trabalho em casa, dizem especialistas</em></h3>
<p>Para quem se adapta, o teletrabalho parece ser o melhor dos mundos na <strong>carreira</strong>. Flexibilidade de horário, redução de custos para as empresas e incremento da <strong>produtividade</strong> dos funcionários são os principais benefícios apontados por quem adota o home office.</p>
<p>Mas, de acordo com Adriana Vianna, gerente da área de vendas e marketing da Hays, deixar de colocar os pés na empresa pode não funcionar para todo mundo. “Para alguns perfis não dá certo”, diz.</p>
<p>Alvaro Mello, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades (Sobratt), concorda. “Não é fácil, é uma mudança de paradigma muito grande e muitas vezes as pessoas acabam achando que estar com um laptop em casa resolve tudo”, diz Mello.</p>
<p>Por isso, avaliar os funcionários antes de colocá-los em um projeto de home office é essencial para as empresas. “Geralmente, as empresas começam com grupos pequenos de funcionários antes de expandir projeto”, diz.</p>
<p>Confira que tipos de profissionais podem se dar mal com o home office, de acordo com os dois especialistas.</p>
<h4>Muito jovens ou recém-contratados</h4>
<p>Quem ainda não tem muita experiência no <strong>mercado de trabalho</strong> não deveria já começar trabalhando nesse sistema, segundo Adriana. “Os mais jovens ainda têm que aprender a trabalhar, saber como funciona a estrutura corporativa”, diz ela. De acordo com ela, um desafio para os mais jovens é alçar voos sem o suporte de um gestor. “Por isso, acho que os profissionais mais sêniores se dão melhor com o home office”, diz. Respeitar horários e criar uma rotina de trabalho &#8211; mesmo estando em casa &#8211; exige maturidade, na opinião dela.</p>
<p>Contratar um profissional e imediatamente já colocá-lo em home office, também não é aconselhável, na opinião de Mello. “Os colegas ainda não o conhecem e nem ele conhece as pessoas da empresa. Assim, ninguém vai saber quem é ele”, diz. Para Mello, o ideal é que as empresas optem preferencialmente por funcionários que já tem tempo de casa na hora de começar um projeto de home office.</p>
<h4>Workaholics</h4>
<p>O tal horário flexível pode ser uma armadilha para os viciados em trabalho, alerta Adriana Vianna. “Workaholics tendem a ficar o dia inteiro trabalhando quando adotam o home office”, diz ela. “Muitas vezes, ele acaba trabalhando aos finais de semana também”, diz Mello. Isso acontece porque na empresa, quando todos vão embora e só sobra você e seu computador ligado, a sensação de desconforto é, sem dúvida, muito maior do que uma jornada estendida no escritório de casa.</p>
<p>“Muita gente já trabalha o dia inteiro na empresa, chega em casa, convive muito pouco com a família, e continua trabalhando até de madrugada pelo sistema home office”, lembra Mello. “Com o home office tem que saber gerenciar o tempo de trabalho, do contrário ao invés de trabalhar 8 horas, ele vai passar ter um expediente 12, 14 horas”, diz Adriana. “O risco é para a qualidade de vida deste tipo de profissional”, diz Mello.</p>
<h4>Acomodados ou indisciplinados</h4>
<p>Quando se fala em home office, muita gente já pensa na delícia que é poder trabalhar de pijama – embora não seja recomendável, na opinião de Adriana &#8211; e sem chefe controlando a dinâmica de trabalho. Mas, mesmo no conforto de casa, metas e resultados continuam a ser cobrados pelas empresas, lembra Mello. “É preciso avaliar se a pessoa tem disciplina, como ela vai administrar o tempo quando está independente”, diz o especialista.</p>
<p>“Se a pessoa é do tipo que precisa ser cobrada para entregar resultados, não vai funcionar”, diz Adriana. Sem o chefe vigiando, o risco é perder o foco. “Uma pessoa que já tem vícios na empresa vai continuar apresentando os mesmos problemas trabalhando em casa”, diz Mello.</p>
<h4>Aqueles para quem a interação com colegas de trabalho é essencial</h4>
<p>A falta de interação é um desafio para quem adota o teletrabalho. “Aqueles profissionais adeptos do “team work” podem ter dificuldades para se adaptar”, diz Adriana. Por isso, lembra Mello, não perder a comunicação e estabelecer alguns dias para estar presente na empresa é fundamental. “O profissional não pode se isolar”, diz.</p>
<h5>Fonte: Exame.com</h5>
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