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	<title>Quest Solucoes em RH &#187; workaholic</title>
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		<title>6 sinais de que você é um workaholic</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 20:57:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3>Recém- lançado, livro “Muito trabalho, pouco stress” discute o desafio do equilíbrio entre a vida profissional e pessoal a partir da rotina de um viciado em trabalho</h3>
<p>O quanto da rotina de um clássico workaholic está presente no seu dia a dia? Em maior ou menor escala, o personagem principal Joe Labor, do <strong>livro</strong> “Muito trabalho e pouco stress”, de André Caldeira (Editora Évora), é um espelho para executivos e executivas que mantêm o foco exclusivamente na <strong>carreira</strong> profissional, em detrimento da vida pessoal.</p>
<p>Longos expedientes no escritório, convívio ínfimo com a família em casa, além de horas e horas extras de trabalho aos fins de semana dão o tom da vida do personagem criado por Caldeira. </p>
<p>“Talvez Joe se apresente em cada um de nós com maior ou menor intensidade, com o passar dos anos”, escreve o autor, que também mantém um blog em EXAME.com sobre o desafio que é, nos dias de hoje, equilibrar a vida pessoal e o trabalho.</p>
<p>Aliás, foi a partir da reação de homens e mulheres de negócio aos temas tratados no blog, que Caldeira enxergou espaço para escrever o livro. “Muito leitores, começaram a compartilhar histórias e testemunhais comigo, bem como sugerir ideias para textos”, conta o autor blogueiro.</p>
<p>Para ele, encontrar equilíbrio entre trabalho e todo o resto é uma tarefa para todos e também uma necessidade absoluta. “Para os profissionais, o stress é um mal invisível que prejudica nossa produtividade no trabalho e mina nossa vida pessoal, afetando a qualidade de vida, o tempo com a família, o desenvolvimento pessoal e espiritual”, diz.</p>
<p>Do lado das empresas, diz Caldeira esta rotina maluca imposta pelos e aos profissionais também traz prejuízos. “O problema é de sustentabilidade e de ordem econômica. O estresse profissional representa aproximadamente 3,5% do PIB brasileiro. Este custo é médico e econômico, representado pelos afastamentos do trabalho, pelos custos de tratamento, e também pelo presenteísmo (quando as pessoas vão para o trabalho, mas não contribuem inteiramente para a produtividade da organização naquele dia), pelo aumento da rotatividade, pelos passivos trabalhistas, entre vários outros aspectos”, afirma o autor.</p>
<p>No livro, Caldeira indica, a partir da rotinha de Joe Labor, quais são os sinais de que o pêndulo está mais para o lado da carreira profissional, enquanto tudo o que não está relacionado ao trabalho vai se reduzindo a pó. Confira seis deles:</p>
<h4>1 Trabalho é a principal referência</h4>
<p>A carreira profissional é o que define a vida de Joe Labor. “A empresa para a qual trabalha é quase que a sua religião, a razão da sua existência”, escreve o autor. Na mesma linha de raciocínio, o cargo de Joe Labor é como se fosse sobrenome.<br />
Joe vive para o trabalho, suas obrigações e responsabilidades. E com isso, tudo o que não esteja inserido neste pacote corporativo tem menos importância, e é constantemente deixado de lado.</p>
<h4>2 Vida pessoal é posta de lado</h4>
<p>Casamento, férias, nascimento dos filhos. Momentos importantes da vida conjugal e familiar passam à margem de Joe, sempre ocupado demais com algum projeto crucial no escritório para perceber que estava perdendo alguma coisa que não volta nunca mais. </p>
<p>“A inércia da sobrecarga domina a sua vida”, escreve Caldeira. A busca pelo reconhecimento profissional e estabilidade financeira contribui para que este executivo incansável não consiga se livrar deste modo de vida que criou para si mesmo.</p>
<h4>3 Expediente que não acaba</h4>
<p>Assim que acorda, Joe já começa a pensar no trabalho e no que o espera no escritório. Coração acelerado e ansiedade desde cedo, correria e nada de café da manhã.</p>
<p>Reuniões, e-mails, ligações, projetos, contratos. É tanta coisa a ser feita que a impressão é que a produtividade é assolada por uma avalanche de tarefas inacabadas. “Um dia que parece uma pombagira, de tirar qualquer um do eixo, de quase não dar tempo de respirar”, escreve Caldeira.</p>
<h4>4 Irritação em alta</h4>
<p>O que não é controlável é sinônimo de irritação para Joe Labor. Trânsito congestionado, atendimento lento em restaurante. “Joe tem grande dificuldade em lidar com fatores externos, aqueles chamados imponderáveis”, escreve o autor.</p>
<p>Sua atitude quando dirige é digna do filme “Um dia de fúria” e Joe sabe bem disso. Reações intempestivas por conta de contratempos são sinais de que algo não vai bem internamente.</p>
<h4>5 Conectado o tempo todo</h4>
<p>Webmail e a conexão na palma da mão tornam móvel e infinito o expediente de Joe Labor. A atualização constante da caixa de entrada de <strong>e-mails</strong>, a troca de mensagens instantâneas e notícias são um vício na vida do workaholic. “A tecnologia é uma grande aliada e um algoz na vida de Joe”, escreve o autor. É normal estar online o tempo todo, pergunta Caldeira.</p>
<h4>6 Sono prejudicado</h4>
<p>A insônia é uma constante na vida de Joe Labor. Entre um bocejo e outro, café durante o dia. à noite remédios para relaxar ou bebidas alcóolicas.</p>
<p>“Joe não sabe o que é dormir bem. A mistura explosiva de café, remédios ou álcool em excesso pode ter um efeito imediato, mas insustentável”, diz Caldeira. </p>
<h5>FONTE: Exame.com</h5>
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